Sobre a KáCriô
A KáCriô nasceu de uma resposta simples: “eu criei”. O que começou como uma marca se tornou a identificação de um trabalho em família.
Eu criei.
O começo de uma história em família.
Há alguns anos estava em busca da divulgação do meu trabalho nas redes e percebi que o meu nome, Katia Marcolino, estava associado a uma realidade profissional que já não fazia parte desse novo rumo.
Depois de algumas tentativas, mostrando uma peça para uma pessoa que me perguntou de onde peguei o PAP (para quem não sabe, o passo a passo da peça), eu respondi: eu criei.
Então, veio o insight: KáCriô
Porém, o que era para ser uma marca de produto e uma persona para as redes, acabou sendo a identificação de um trabalho conjunto, um negocio de família.
Kátia Marcolino
O artesanato faz parte da minha essência! E sempre esteve presente na minha vida desde criança, apesar de não ter sido o foco do meu cotidiano por várias décadas.
A educação também me acompanha há bastante tempo como profissão, seja pelos treinamentos que aplicava nas empresas que geri ou nas quais dei consultoria, seja pelo período que lecionei em cursos técnicos, de graduação e pós-graduação. Estas, porém, em áreas bem diferentes da atual, voltadas à realidade da gestão empresarial.
A entrega total ao artesanato como fonte de renda e ao ensino do tricô e do crochê, essencialmente, além de outras modalidades de ofício artesão, fez parte de um processo de encerramento de ciclo em minha vida profissional e pessoal que se iniciou antes da Pandemia, mas se intensificou no período de “lockdown”.
Porém, inicialmente me dediquei exclusivamente às turmas presenciais. E isso também foi transformador em minha vida! As turmas, geralmente compostas por mulheres adultas, presentearam-me com a criação de vínculo com pessoas que buscavam um ambiente onde poderiam desfrutar de um momento de criatividade, descontração. Hoje posso dizer que entendo o que significa “sororidade”.
E, nesse processo, surgiu uma surpresa que foi a demanda por parte de crianças, adolescentes e jovens. O que parecia ser um fogo de palha, no início, mostrou-se ser uma profunda relação de confiança e expressão criativa.
Porém, o maior dos presentes veio de dentro de casa: a adesão da minha filha a este projeto.
Agora, juntas, decidimos expandir este projeto abrindo as fronteiras do digital.
E esperamos trazer a alegria, o aprendizado e o processo terapêutico de relaxamento e auto conhecimento que as aulas presenciais proporcionam para um público que não esta perto de nós.
Angelina Marcolino Mirandola
Eu entrei neste projeto com 18 anos. Cheia de incertezas inseguranças sobre a vida. E, de quebra, tendo que me redescobrir depois da Pandemia.
Mas uma coisa sempre foi certa: eu sou artista!
O artesanato e a arte sempre foram pilares do meu desenvolvimento, ajudando a pessoa que sou.
Sempre busquei aprender de tudo um pouco, desde o desenho tradicional, o digital, modelagem, pintura e o trabalho com fios e pedrarias. E, agora, o crochê!
Eu faço crochê desde pequena, incentivada por minha mãe e minha avó, mas nunca o vi com olhos tão profissionais como agora.
O que começou como um hobby, uma atividade terapêutica, transformou-se num portal para que eu redescobrisse uma vocação: ensinar!
Com as mudanças frequentes da puberdade, o conflito com o método tradicional de ensino dos meus professores, descartei a ideia de lecionar. Passei a crer que não teria paciência para ensinar algo a alguém, especialmente crianças.
Mas aprendi e aprendo todos os dias com minhas alunas e, principalmente, com minha mãe, a ensinar, a me responsabilizar por este ofício e a me dedicar a ele.